segunda-feira, 19 de abril de 2010

FRIDA KAHLO

Flor de expresividad,
Reyna de la sinceridad,
Idolatrada entre los críticos,
Diva del arte mexicano,
Amante del nuevo.

Kahlo, apellido mundialmente conocido,
Auténtica en sus ideales,
Hierva que nació con rasgos propios,
Llena de personalidad,
Oro del arte mundial.

Vanessa Isabely Costa e Silva

La columna rota

"La Columna Rota" por Jucerlanio da Silva

Lo que vi en el agua

Pintura feita por Rita de Cássia Medeiros de Valenzuela, inspirada em:

Lo que vi en el agua (1938) - Frida Kahlo

Frida Kahlo...

Desenho: Francisco de Assis Calixto Pereira

Na juventude tem atitude,
Vive, diverte-se e ama.
Um acidente lhe entristece,
E a deixa a pensar na cama.

Pensamentos voam,
Como as borboletas que enfeitam o gesso.
Um começo,
Pintar as pessoas que ama.

Como mulher foi valente,
Um amor infiel e ardente.
Sem um filho poder gerar,
Empenhou-se em um trabalho realizar.

Como artista revolucionou,
Vestiu-se de homem, revoltou-se,
Lutou, chorou e pintou.
O mundo em sua volta nas telas deixou.

Simone Medeiros da Silva

Exposição

Exposição de trabalhos realizada em 03 de novembro de 2009.
Local: Departamento de Letras e Artes da UEPB.

Frida en dibujos

Alguns alunos fizeram releituras de obras de Frida.

Frida Kahlo y Diego Rivera (1931) por Mayara Fernandes.
Las dos Fridas (1939) por Luanna Soares.
La Columna Rota (1944) por Anielly de Souza.

Poema - Diário de Frida Kahlo

Frida Kahlo e Diego Rivera

Diego, princípio.
Diego, construtor.
Diego, meu bebê.
Diego, meu noivo.
Diego, pintor.
Diego, meu amante.
Diego, meu marido.
Diego, meu amigo.
Diego, meu pai.
Diego, minha mãe.
Diego, meu filho.
Diego, eu.
Diego, universo.
Diversidade na unidade.
Por que é que lhe chamo Meu Diego?
Ele nunca foi e nem será meu.
Ele pertence a si próprio.

Este poema pertence ao diário de Frida Kahlo e foi apresentado pelas alunas Luzimar Bezerra e Juliana Roberta de Andrade.

Frida inspira artesanato



sexta-feira, 16 de abril de 2010

Colores de Frida

Pintura apresentada por Poliana Nunes

Poema a Frida

Pintura: Fabiana Alves


En su cuerpo frágil,
Muchas historias pa’contar…
En sus pequeñas manos,
Un talento singular…
En su increíble obra,
Manera única de pintar…
En su gran corazón,
Una inmensidad pa’amar…
En el lugar de los pies,
Dios le dio alas pa’volar.

A una mujer que tenía ganas de volar,
de una chica que tiene ganas de escribir.

Edilza A. Santos

Frida por Joana Paula

Desenho: Joana Paula Nunes de Souza

Frida

Pintura: Maria Thatiane Ferreira


Cuando me miro al espejo,
No me veo, ¿dónde estoy?
¿Dónde están mis ojos negros?
Negros como mi dolor.
Quiero llorar, ya no puedo.
Mis lágrimas se perdieron,
Mis ojos negros, tan negros,
También perdieron su color.

Cuando me miro al espejo,
Colores no veo más.
Los colores de mi arte,
Que sólo me daba paz.
Procuro por toda parte,
Ya no me encuentro más.
Te quiero, arte, te quiero.
No me abandones jamás.

Cuando me miro al espejo,
¿Dónde está mi corazón?
Está como un cantante,
Que canta sin emoción.
Mi corazón sólo siente la pérdida de su pasión.
Te quiero amor, te quiero,
Ni que seas ilusión.

Cuando me miro al espejo,
Mis pies no puedo más verlos,
Ya se fueron con mi cabello.
Los dos con gran dolor,
Ahora quedo sin pelo,
Sin pies, aún yo espero curarme de ese dolor.

Cuando me miro al espejo,
Ahora quiero encontrar mi alma,
Y la tuya, Diego,
Para juntos caminar al encuentro de nuestro arte,
Y nuestro amor eternizar.

Challena A. Barros

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Minhas alunas e Frida

Esta semana meus alunos estão apresentando trabalhos sobre Frida Kahlo na univerdade onde trabalho. Estes são alguns dos presentinhos que ganhei das minhas alunas:

São muito talentosas! Eu fico muito feliz, já que adoro ganhar presentes, e quem não gosta?


Olhem a Frida que ganhei!



Guardo todos com muito carinho. Obrigada meninas!
P.S. É só clicar nas imagens para ampliar.

sábado, 10 de abril de 2010

¡Viva la Vida!

Já dizia Olavo Bilac "escrever é como pintar". Talvez por isso eu tenha me identificado tanto com ela, não por nossas histórias de vida, mas por gostarmos de expressar o nosso interior. Eu, através das palavras. Ela, das imagens.
Conheci Frida Kahlo, quando tive que ensinar aos meus alunos algo sobre arte hispânica. Em um passeio pelo shopping, dou de cara com o filme Frida Kahlo, pareceu perfeito para alguém que precisava aprender algo sobre pintura. Levei pra casa sem saber que ali seria só o começo de uma grande admiração.
Representada pela atriz Salma Hayek, Frida foi me conquistando com sua história comovente. Dois grandes acidentes em sua vida: um ônibus e Diego Rivera. Ambos pintores mexicanos, Frida e Diego viveram um casamento marcado por infidelidades e muito companheirismo.
Surrealista? Não se considerava assim, vivia ela dentro de uma realidade surreal ou uma surrealidade real, muito concreta e, principalmente, muito doída.
Acredito que partiu sem saber que mais fortes que as marcas que ficaram em seu corpo e em sua alma, seriam as deixadas nas milhares de pessoas pelo mundo que admirariam com paixão a sua vida e obra.
Frida, como muitos de nós, também gostava de escrever, e as últimas palavras do seu diário dizem: "Espero que mi partida sea feliz, y espero nunca más regresar". Parecia ter sofrido o suficiente neste mundo para ter que viver aqui outra vez. Ao mesmo tempo, reconhece que "tudo vale a pena se alma não é pequena" como nos disse o Fernando Pessoa, pois em seu último quadro Frida nos deixa a mensagem: "Viva la vida".
Recomendo a todos que conheçam a vida e a obra dessa grande mulher Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón.

Andréa Silveira